<font color=0094E0>Humberto Delgado</font>
Humberto Delgado nasceu em Maio de 1906, na localidade de Brogueira, em Torres Novas. Em 1922, após concluir o Colégio Militar, entra na Escola do Exército, terminado em primeiro lugar o Curso de Artilharia, em 1925.
Com o posto de Tenente, frequenta o curso de piloto aviador e segue a carreira aeronáutica. Em 1926, apoia o Golpe de 28 de Maio, que instaura a ditadura militar em Portugal. Em seguida, desempenha cargos na Legião Portuguesa e integra o Conselho Técnico da Mocidade Portuguesa.
Entre várias obras sobre temas militares, publica outras, políticas. A sua peça de teatro «28 de Maio» é amplamente difundida pelo Rádio Clube Português e publicada em livro no mesmo ano.
Do seu currículo consta ainda a nomeação para Director-Geral da Aeronáutica Civil, onde desempenhou um importante papel na criação da TAP e o contributo que deu nas negociações para a instalação da base aérea dos EUA nos Açores.
Aos 47 anos, é o mais novo General das Forças Armadas, um ano após ter ocupado o lugar de adido militar em Washington, onde permanece até anunciar a sua candidatura. Após as eleições, é suspenso e demitido das Forças Armadas. Em 1959, refugia-se na Embaixada do Brasil em Lisboa e pede asilo naquele país.
Dois anos depois, assume a responsabilidade pelo assalto ao navio «Santa Maria» e participa na revolta de Beja. Em 1962, é julgado à revelia pelo assalto ao «Santa Maria». No ano seguinte, instala-se na Argélia e junta-se à Junta Patriótica de Libertação Nacional, organização que abandona em 1964 para criar a Frente Portuguesa de Libertação Nacional.
Em 1965, é atraído para uma suposta reunião de militares revoltosos perto de Olivença, em Espanha. É assassinado por uma brigada da PIDE, chefiada por Rosa Casaco. O seu cadáver, e da sua secretária Arajacyr Campos são encontrados junto de Vila Nueva del Fresno, próximo da fronteira portuguesa. Em 1990, é nomeado, a título póstumo, Marechal da Força Aérea.
Com o posto de Tenente, frequenta o curso de piloto aviador e segue a carreira aeronáutica. Em 1926, apoia o Golpe de 28 de Maio, que instaura a ditadura militar em Portugal. Em seguida, desempenha cargos na Legião Portuguesa e integra o Conselho Técnico da Mocidade Portuguesa.
Entre várias obras sobre temas militares, publica outras, políticas. A sua peça de teatro «28 de Maio» é amplamente difundida pelo Rádio Clube Português e publicada em livro no mesmo ano.
Do seu currículo consta ainda a nomeação para Director-Geral da Aeronáutica Civil, onde desempenhou um importante papel na criação da TAP e o contributo que deu nas negociações para a instalação da base aérea dos EUA nos Açores.
Aos 47 anos, é o mais novo General das Forças Armadas, um ano após ter ocupado o lugar de adido militar em Washington, onde permanece até anunciar a sua candidatura. Após as eleições, é suspenso e demitido das Forças Armadas. Em 1959, refugia-se na Embaixada do Brasil em Lisboa e pede asilo naquele país.
Dois anos depois, assume a responsabilidade pelo assalto ao navio «Santa Maria» e participa na revolta de Beja. Em 1962, é julgado à revelia pelo assalto ao «Santa Maria». No ano seguinte, instala-se na Argélia e junta-se à Junta Patriótica de Libertação Nacional, organização que abandona em 1964 para criar a Frente Portuguesa de Libertação Nacional.
Em 1965, é atraído para uma suposta reunião de militares revoltosos perto de Olivença, em Espanha. É assassinado por uma brigada da PIDE, chefiada por Rosa Casaco. O seu cadáver, e da sua secretária Arajacyr Campos são encontrados junto de Vila Nueva del Fresno, próximo da fronteira portuguesa. Em 1990, é nomeado, a título póstumo, Marechal da Força Aérea.